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Brachiaria brizantha Cv. BRS Piatã

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Descrição da planta e resistência a pragas e doença

Crescimento ereto e cespitoso, formando touceiras. Porte médio, com altura entre 0,85 m e 1,10 m.

Colmos verdes, finos, bainhas foliares com poucos pilosidade, lâmina foliar sem pilosidade.

Apresenta perfilhamento aéreo. Inflorescência característica apresentando muitos ramos (até 12).

Em condições controladas apresentou resistência às cigarrinhas típicas de pastagens (Notozulia entreriana e Deois flavopicta), resultando em baixa sobrevivência ninfal. Observa-se baixa infestação e danos moderados causados por estas espécies no campo.

O mesmo não foi constatado, no entanto, quanto à cigarrinha-da-cana Mahanarva fimbriolata, o que limita sua utilização extensiva em áreas com histórico de problemas com cigarrinhas deste gênero.

 

Produção de sementes, calagem e adubação

Florescimento precoce no verão. Produz cerca de 150 kg de sementes puras/ha/ano em colheitas manuais. Em média, há entre 130-150 sementes puras viáveis por grama.

Não é indicado para solos de baixa fertilidade, mas adapta-se bem em solos arenosos de média fertilidade. Recomenda-se a aplicação de calcário suficiente para elevar a saturação por bases do solo ao mínimo de 40%. É responsiva à adubação fosfatada. Para as fases de recria e engorda de bovinos recomenda-se aplicações de 75 kg/ha/ano de nitrogênio.

Recomenda-se aplicação de 30 kg/ha de enxofre 40 a 50 kg/ha de uma fórmula que contenha zinco, cobre e molibdênio, para um período residual de 3 a 4 anos.

 

Plantio

Em climas com estação chuvosa no verão, como a região Centro-Oeste, pode ser semeada desde meados de outubro até o final de fevereiro, sendo ideal de novembro a dezembro.

Para um bom estabelecimento, em boas condições de plantio, recomenda-se uma taxa de semeadura de no mínimo 4 kg/ha de sementes puras viáveis, a uma profundidade de semeadura de 2 a 5 cm e incorporação com grade niveladora ou plantadeira.

 

Produção de forragem e qualidade

Produz, em média, 9,5 t/ha de matéria seca, com 57% de folhas, sendo 36% dessa produção obtida no período seco.

Sob pastejo rotacionado, em amostras de forragem, simulando o pastejo animal, os conteúdos de proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica, nos períodos das águas e da seca, foram, respectivamente, 9,5 %, 7,3 %, 61,9 % e 52,4 %.

Têm-se observado ganhos de peso de 660 a 900 gramas/animal/dia nas águas e 200 a 350 gramas/animal/dia no período seco.

A capacidades de suporte varia entre 2,2 e 5,2 UA/ha nas águas e 1,2 a 1,8 UA/ha na seca, em solos de média fertilidade e bem manejados. Nessas condições a produtividade animal varia entre 580 a 720 kg de peso vivo/hectare/ano.

 

Manejo e abrangência geográfica

Ainda há poucas informações sobre seu manejo, sendo recomendado manejo semelhante ao da cv. Marandu.

Pode ser cultivada em praticamente todo o país, em regiões com bom regime de chuvas, sem invernos rigorosos.

 

Alternativas de uso

As mesmas das cultivares Marandu e Xaraés, com a vantagem de ter qualidade levemente superior especialmente no período seco. O florescimento diferenciado dessas cultivares (Piatã no início do verão, Marandu no final do verão e Xaraés no outono) permite planejar-se pastejo racional de forma a aproveitar o melhor valor nutritivo de cada uma.

 

Histórico

Após 16 anos de avaliações nos centros de pesquisa da EMBRAPA é lançado o 1º cultivar protegido pela UNIPASTO, sendo um dos materiais mais esperados pela agropecuária brasileira, a Brachiaria brizantha cv. BRS Piatã.

A gramínea é recomendada para diversificação das pastagens em vários ambientes de cultivo, destacando-se pela elevada taxa de crescimento foliar, ótima capacidade de rebrota, alta relação folha/caule e valor nutritivo (11,3% Proteína Bruta).

Possui boa produção de forragens, em média 9,5 toneladas por hectare de matéria seca, com 57% de folhas, sendo 30% dessa obtida no período seco.

Possui alta resposta a adubação fosfatada e resistência à cigarrinhas das pastagens (Deois e Notozulia).



Pontos Fortes
• Acréscimo de 45Kg de peso vivo/ha/ano em comparação ao capim-marandu; 
• Melhor desempenho animal em relação ao capim-xaráes e capim-marandu; 
• Produção de forragem de melhor qualidade; 
• Maior acúmulo de folhas; 
• Colmos mais finos, menores perdas de forragens e maior aptidão para o pastejo diferido que o capim-xaráes; 
• Maior resistência à cigarrinhas-das-pastagens (Deois e Notozulia);
• Boa adaptação em solos arenosos de média fertilidade;
• Maior tolerância à umidade que o capim-marandu;

 
 
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