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Produtos

Panicum maximum cv. BRS Tamani

“Mais um lançamento da parceria entre Embrapa e Unipasto.”

Calagem e adubação

A cultivar BRS Tamani apresenta resposta à calagem e adubação similar a outras cultivares de Panicum maximum¸ tais como Tanzânia e Mombaça. As doses especificas dos nutrientes devem ser baseadas na análise química do solo e com o apoio de técnico capacitado para tal.

Adaptação Ambiental

A BRS Tamani é uma opção para solos bem drenados, para diversificação de pastagens no bioma Cerrado. Em condições de baixas temperaturas, apresenta maior persistência que as cvs. Massai e Tanzânia e semelhante à cv. Mombaça. Além do bioma Cerrado, a BRS Tamani foi avaliada, sob cortes, nos biomas Amazônia e Mata Atlântica destacando-se por sua qualidade. 

Produção e qualidade da forragem

Avaliada em parcelas sob cortes manuais, a cultivar BRS Tamani atingiu a produção anual de 15 ton/ha/ano de matéria seca foliar. Nos ensaios realizados em seis localidades do Brasil, a cultivar BRS Tamani destacou-se por apresentar 90% de folhas e elevado valor nutritivo da forragem produzida, especialmente proteína bruta (9% mais elevada que a cv. Tanzânia-1) e digestibilidade (3% mais elevada que a cv. Tanzânia-1 no período chuvoso). 

Resistência a pragas e doenças

A BRS Tamani mostrou-se resistente às ninfas das cigarrinhas-das-pastagens Notozulia entreriana, Deois flavopicta, Mahanarva fimbriolota e Mahanarva sp. em nível comparável aos verificados nas cultivares resistentes Tanzânia e Massai, e moderadamente resistente aos danos causados pelas cigarrinhas adultas em nível comparável à cv. Tanzânia.        Quanto às doenças, a BRS Tamani apresentou resistência intermediária à mancha das folhas, causada pelo fungo Bipolaris maydis, semelhante à cv. Mombaça. 

Manejo do pastejo

A BRS Tamani é uma gramínea cespitosa, que deve ser manejada preferencialmente sob pastejo rotacionado. As recomendações de manejo são parecidas com as da cultivar Massai, ou seja, sugerem-se períodos de descanso iguais ou menores que 28 dias no período das águas desde que os níveis de fertilidade do solo estejam adequados. No final do período chuvoso é importante aliviar a taxa de lotação em função da oferta de forragem.

 

 
 
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